Colônia japonesa de Pium comemora 60 anos de imigração no RN

Colônia japonesa de Pium comemora 60 anos de imigração no RN

Evento acontece nesta quinta (7) e sexta-feira (8) em Natal.
Oficinas culturais, artísticas e gastronômicas serão realizadas no evento.

                           Programação envolve exposição e oficinas de bonsai (Foto: Agência Sebrae)
                               Programação envolve exposição e oficinas de bonsai (Foto: Agência Sebrae)

A colônia japonesa de Pium promove nesta quinta (7) e sexta-feira (8) um evento em comemoração aos 60 anos da imigração japonesa no RN. O evento será realizado no Sebrae, em Natal, e reunirá atrações culturais, artísticas e gastronômicas da cultura japonesa.
No primeiro dia, está prevista uma degustação da culinária para os convidados e participantes do evento. Além disso, está programada uma série de capacitações envolvendo a cultura nipônica. Das 15h30 às 17h, ocorrerá uma oficina de bonsai para o público em geral que terá como instrutor José Martins Fernandes Neto.
Na sexta-feira (8), a programação prossegue com oficina de origami, das 14h às 15h30, e de bonsai,15h30 às 17h. Também está prevista uma oficina de ikebana, arte de produção de arranjos florais, a partir das 15h30. Está ainda programada duas exposições de mangás e artes marciais.
A abertura está prevista para as 14h e contará com a presença do cônsul do Japão no Brasil, Yasuhiro Mitsui.
Imigração brasileira no RN
No dia 7 de julho de 1956, o Rio Grande do Norte recebia os primeiros imigrantes que saíram de Kobe, no Japão após a Segunda Guerra Mundial. Dez famílias desembarcaram do navio 'América Murv' em Recife (PE) e vieram para o estado, encontrando no Vale do Pium – localidade situada entre os municípios de Parnamirim e Nísia Floresta - as terras amplas e férteis que almejavam para a agricultura familiar.
De acordo com Gelza Matsunae, cujo sogro, Takeji Matsunae, e marido, Kenji Matsunae, estavam entre as primeiras famílias, a escolha por Pium ocorreu por ser uma área com significativo potencial para a agricultura em comparação com demais regiões do estado em termos de recursos hídricos e qualidade do solo. E assim fundaram o Núcleo Colonial de Pium (NCP), onde, depois de certo período de adaptação, iniciaram o plantio de hortaliças, melão e melancia, chegando a abastecer o mercado interno e enviando esses gêneros para Pernambuco.
Fonte: g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte

Comentários