Esqueceram de Mim? “Pra Fazer Historia Parte II”


                                       Esqueceram de Mim?
                 “Pra Fazer História Parte II”
Patrona da Cidade completa 205 anos do seu Nascimento e Prefeita Camila Maciel gestora do Município que recebe seu nome não faz uma “Menção Honrosa” a uma das mais ilustres Personalidades da história do município.
C:\Users\wen7\Pictures\nisia.jpg


Por Sidnei Secundo.
Infelizmente mais um ano se passa e o poder público municipal se quer em sua página oficial na internet faz menção ao aniversário de um dos seus mais importantes e ilustre filho da terra, estamos falando da respeitada e consagrada internacionalmente “Dionísia Gonçalves Pinto ou simplesmente Nísia Floresta”, como podemos ver pouco se valoriza a história e a riqueza cultural desta grande mulher que poderia ser muito bem aproveitado em benefício da cidade, a obra e a vida desta filha terra encanta a muitos internacionalmente, mas infelizmente assim como a população Nísia-Florestense que veem sendo esquecida por esta desastrosa gestão mais uma vez o aniversário do seu nascimento não é valorizado é esquecido e ignorado, mas no do NisianoAr” Pra Fazer História “queremos fazer esta singela homenagem trazendo a sua biografia e sua maravilhosa histoóia que muito nos encanta e nos orgulha!
 
Fonte Wikipédia:
Nísia Floresta Brasileira Augusta, pseudônimo de Dionísia Gonçalves Pinto, (Papari, atual Nísia Floresta, *12 de outubro de 1810 —  Rouen, França,+ 24 de abril de 1885) foi uma educadora, escritora e poetisa brasileira. É considerada uma pioneira do feminismo no Brasil e foi provavelmente a primeira mulher a romper os limites entre os espaços público e privado publicando textos em jornais, na época em que a imprensa nacional ainda engatinhava. Nísia também dirigiu um colégio para moças no Rio de Janeiro e escreveu livros em defesa dos direitos das mulheres, dos índios e dos escravos.

“Infelizmente, a falta de divulgação da obra de Nísia tem sido responsável pelo enorme desconhecimento de sua vida singular e de seus livros considerados de grande valor”.
“O que Também é visto aqui em nossa cidade o total abandono histórico por parte da Prefeitura que leva o seu Nome
Biografia
Filha do português Dionísio Gonçalves Pinto com uma brasileira, Antônia Clara Freire, nasceu em uma pequena cidade do Rio Grande do Norte, tendo sido foi batizada como Dionísia Gonçalves Pinto. No entanto, ficaria conhecida pelo pseudônimo de Nísia Floresta Brasileira Augusta.[1] Floresta, o nome do sítio (fazenda) onde nasceu. Brasileira é o símbolo de seu ufanismo, uma necessidade de afirmação da nacionalidade de quem vivera quase três décadas na Europa. Augusta é uma recordação de seu segundo marido, Manuel Augusto de Faria Rocha, com quem se casou em 1828, pai de sua filha Lívia Augusta. Em 1828, o pai de Nísia havia sido assassinado no Recife, para onde a família havia se mudado.[1] Em 1831 publica em um jornal pernambucano (Espelho das brasileiras) uma série de artigos sobre a condição feminina.[1] Do Recife, já viúva, com a pequena Lívia e sua mãe, Nísia vai para o Rio Grande do Sul onde se instala e dirige um colégio para meninas.[1] O início da Guerra dos Farrapos interrompe seus planos e Nísia resolve fixar-se no Rio de Janeiro, onde funda e dirige os colégios Brasil e Augusto, conhecidos pelo alto nível de ensino.[1]Em 1849, por recomendação médica leva sua filha que havia se acidentado gravemente, para a Europa.[1] Ali permaneceu por um longo tempo, morando a maior parte do período em Paris.[1] Em 1853, publicou Opúsculo Humanitário, uma coleção de artigos sobre emancipação feminina[1] , que foi merecedor de uma apreciação favorável de Auguste Comte, pai do positivismo.
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fa/T%C3%BAmulo-N%C3%ADsia-Floresta.jpg/250px-T%C3%BAmulo-N%C3%ADsia-Floresta.jpg
Túmulo de Nísia Floresta localizado em Nísia Floresta, Rio Grande do Norte.
Esteve no Brasil entre 1872 e 1875, em plena campanha abolicionista liderada por Joaquim Nabuco, mas quase nada se sabe sobre sua vida nesse período.[1] Retorna para a Europa em 1875 e em 1878 publica seu último trabalho Fragments d’un ouvrage inédit: Notes biographiques.[1]
Nísia morreu de pneumonia e foi enterrada no cemitério de Bonsecours. Em agosto de 1954, quase setenta anos depois, os despojos foram levados para sua cidade natal, que já se chamava Nísia Floresta. [1] Primeiramente foram depositados na igreja matriz, depois foram levados para um túmulo no sítio Floresta, onde ela nasceu.[1] A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos marcou a data com o lançamento de um selo postal.
Livros
Direitos das mulheres e injustiça dos homens, primeiro livro escrito por ela, e o primeiro no Brasil a tratar dos direitos das mulheres à instrução e ao trabalho, inspirado no livro da feminista inglesa Mary Wollstonecraft: Vindications of the Rights of Woman. Nísia não fez uma simples tradução, ela se utiliza do texto da inglesa e introduz suas próprias reflexões sobre a realidade brasileira. Não é, portanto, o texto inglês que se conhece ao ler estes Direitos das mulheres e injustiça dos homens. Nesta tradução livre, temos talvez o texto fundante do feminismo brasileiro, se o vemos como uma nova escritura, ainda que inspirado na leitura de outro.
Foi esse livro que deu à autora o título de precursora do feminismo no Brasil e até mesmo da América Latina, pois não existem registros de textos anteriores realizados com estas intenções, mas ela não parou por ai, em outros livros ela continuará destacando a importância da educação feminina para a mulher e a sociedade. São eles: Conselhos a minha filha, de 1842; Opúsculo humanitário, de 1853; A Mulher, de 1859.
Em seu livro Patronos e Acadêmicos - referente às personalidades da Academia Norte-Riograndense de Letras, Veríssimo de Melo começa o capítulo sobre Nísia da seguinte maneira: “Nísia Floresta Brasileira Augusta foi a mais notável mulher que a História do Rio Grande do Norte registra”.

Comentários